quarta-feira, 12 de maio de 2010

As minhas desculpas...


...a todos os que comentaram o post anterior. Vá-se lá saber porquê, em vez de publicar as vossas ilustres palavras - como era minha intenção - dei-lhes sumiço imediato. Puuufffffffffffff, para o espaço! Não consegui recuperá - las, não obstante inesgotáveis esforços. Lamento profundamente, queridos leitores. Mesmo.

domingo, 9 de maio de 2010

More Than Words


Poderia escrever sobre o Benfica, sobre o meu dia de anos que é já amanhã, sobre os telefonemas e mensagens todos que eu gostaria de receber, sobre a partida dele para umas férias com ela e que afinal não chegou a ser porque o vulcão não deixou (jurooooooo que não roguei praga nenhuma!!), sobre o trabalho que tem ocupado 95% do meu tempo disponível, sobre a vinda do Papa a Portugal, sobre a minha próxima viagem a New York e Miami, sobre os candeeiros que ando há um ano para comprar sem qualquer resultado prático, sobre a minha mais do que demonstrada fase - anti - social, sobre as imensas saudades que sinto de um tempo que já não volta, sobre a chuva ou sobre outra coisa qualquer.

Mas a verdade é que não me apetece escrever sobre nada. Isto está grave...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ufffffffff, tava a ver que ainda não era desta que nos conhecíamos!



Agora sim, posso ir dormir descansada e ter sonhos cor de rosa!

domingo, 25 de abril de 2010


I don't... Se dependesse exclusivamente de mim acontecia já aqui e agora.

sábado, 17 de abril de 2010

Mas afinal...quem matou a Laura Palmer?



Lembram-se disto? Pois é, eu tinha 11 anos e era fã. Era já a antevisão mais do que óbvia do meu fascínio cinematográfico pelo David Linch (um dos realizadores da série, juntamente com Mark Frost), pelo qual me viria a apaixonar obsessivamente anos mais tarde.

Mas a minha mãe não compreendeu. Ás dez badaladas M. Butterfly tinha que ir dormir e não havia argumento que impedisse tal propósito. Eu seguia religiosamente cada episódio, ansiava por cada pista, imaginava um suspeito em cada personagem e absorvia com sofreguidão cada palavra do diário da jovem assassinada. Mas o que é certo, é que a hora de ir dormir ficava sempre a meio de cada episódio e por isso, não perdoo à minha mãe o facto de até hoje ter ficado sem saber quem matou a pobre Laura Palmer.

E se é verdade que o tempo nos faz ultrapassar muita coisa, esta não terá sido uma delas. Por isso hoje tomei uma resolução: 20 anos depois, vou desvendar o mistério!

P.S.- Alguém sabe onde arranjar a  série?

terça-feira, 13 de abril de 2010

What if...?

...eu perdesse toda a sanidade mental que os deuses me deram, e mandasse às urtigas esta minha vidinha pseudo-perfeita de quem já tem quase tudo aos 31 e resolvesse... arriscar?

É que a perfeição não existe, a pseudo perfeição cansa-me e eu sei que posso estar a deixar escapar no tempo aquela oportunidade que me faria verdadeiramente feliz. Ou não. Mas sem tentar, nunca vou saber.

Hoje estive tentada. Faltou-me um bocadinho "assim".



Pois que já cheguei da terra de nuestros hermanos...

















...mas com tanto sol lá fora e coisas tão interessantes para fazer no exterior (tipo, plantar-me em esplanadas, comer gelados, observar turistas, ouvir os passarinhos...ahhh, e trabalhar, ia-me esquecendo desse pequenino pormenor) não me tem apetecido actualizar aqui o estaminé. Ando uma preguiçosa, é o que é, e a culpa é todinha das férias em Tenerife que me deixaram mal habituada.

Pois que estou em processo de re - adaptação à sociedade moderna. Em breve estarei de volta ao blog, ao msn, ao facebook, à quinta e às vaquinhas da farmville, aos sites de cinema, etc, etc,  etc, etc. Desculpem qualquer coisinha.