segunda-feira, 30 de novembro de 2009



"Most of our lives are a series of images; they pass us like towns on a highway. But sometimes a moment stuns us as it happens, and we know that this instant is more than a fleeting image. We know that this moment, every part of it, will live on forever".


One Tree Hill

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Para ti que não me lês:



...Embora estejas convencido que não ficou qualquer vazio em mim. E eu tente convencer-me diariamente de que o meu mundo não tremeu com a tua partida. Embora eu te pareça a pessoa mais feliz do mundo. E eu me sinta adormecida para qualquer reacção ao mundo exterior.

Ficou um buraco no meu coração, sim. E um ainda maior na minha alma. Mas sei que valeu a pena. Tu também sabes. E isso basta-me.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Porque é que ninguém me avisou...



...que a sexta temporada da Anatomia de Grey já tinha começado? É que agora ando aqui feita barata tonta a aproveitar cada minutinho livre para ver os nove episódios que já saíram, porque eu não sou gaja de andar desactualizada nestes assuntos. E não me bastava este estado de stress causado pela maratona diária que é jantar o mais rapidamente possível para me alapar no sofá em frente ao pc, ainda descubro que afinal a Izzie não morreu e que eu andei a derramar as minhas preciosas lágrimas em vão!

Entre isto e a farmville, não sei o que mais desgaste emocional me traz. Se calhar o melhor era eu arranjar uma vida, não?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Gosto - Capítulo I



De homens que viajam sozinhos. Transpiram sensualidade por todos os poros.


Nota: Et voilá, acabei de criar a segunda rubrica deste blog.

sábado, 7 de novembro de 2009

Eu sei, eu sei...


...quando este jogo apareceu no facebook eu jurei que nem ia ver o que isto era. Não depois do Travian me ter tirado intermináveis horas de sono, horas de praia e quilos de sanidade mental. Eu prometi à família e amigos que nunca mais me metia em vícios. Nunca. Nunquinha.

Mas depois vieram os primeiros convites. E os segundos. E os seguintes. E os presentinhos em forma de vaca, ovelha, limoeiro ou fardo de palha. E as conversas de café em que não podia participar. Eu tinha que ver.

Resultado: falhei a promessa que tinha espalhado aos quatro ventos. Atirem-me pedras. Crucifiquem-me. Chamem-me de fraca, pecadora, o que quiserem...mas eu não resisti à tentação.

É oficial: dediquei-me às artes hortícolas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Pois parece que sim...



...que o casamento altera por completo a vida de algumas pessoas e fazem-nas esquecer de quem foram e de que até lá tiveram uma vida.

Há umas semanas recebi um convite no facebook de alguém que não me dizia absolutamente nada. Recusei, como é meu hábito. Ontem, para meu espanto, liga-me uma das minhas melhores amigas e no decurso da conversa pergunta ela: "Olha lá, porque é que não aceitaste o meu convite no facebook?" Moi? De certeza? Impossível...

Pois que era possível. A dita pessoa cujo nome não reconheci era ela mesma. Não lhe bastava ter adoptado o último nome do marido (cada um sabe de si mas eu não consigo achar nenhum sentido a isto), acho que a partir de agora quer ser chamada pelo seu segundo nome quando toda a gente, durante toda a vida, a conheceu pelo primeiro. Giro, não é? Isto, porque o marido gosta mais...

Mas há mais. Agora não tem tempo para sair porque tem lides domésticas para fazer. E também tem que dedicar o pouco tempo que sobra às famílias - dele e dela - o que dá muitos pais, muitos irmãos e muitos sobrinhos. Muitos fins de semana, portanto.Sair com os amigos está fora de questão, agora a vida é outra, diz ela.

E eu, hesitante entre o sentimento de pena e a vontade de lhe partir qualquer coisa na cabeça a ver se consigo que a minha amiga acorde para vida e recupere a personalidade perdida, peço aos deuses do Olimpo que nunca deixem que tal coisa aconteça comigo.

Creeeeeeeeeeeeeeeeeedo. É de meter medo.

Entretanto, vou tentando evitar os telefonemas. É que já não há paciência para tanta conversa sobre as infindáveis maravilhas do matrimónio.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Definitivamente...


...não há nada que me deixe mais feliz do que voar para um destino qualquer. Não interessa para onde. Quer dizer, interessa mas não é o mais importante. Importante é juntar os melhores amigos do mundo - os meus, claro -, fazer as malas, comprar o livrinho da American Express, jurar a pés juntos que se vai seguir religiosamente o Top Ten lá do sítio, assinalar no mapa aquilo que pretendemos visitar, sentir aquele entusiasmo típico de quem acredita de que esta vai ser uma viagem inesquecível (todas são, por este ou por aquele motivo, mas eu acho sempre que a próxima é que é!), e enfim, é mais ou menos isto.

Cristiano, filho, que tal portares-te como um bom anfitrião e fazeres uma visita guiada aí pela zona a esta tua compatriota? Hummm...? Deixa lá, rapaz, é capaz de não ser grande ideia!


...Madrid, aí vou eu!